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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Dichos y refranes polupares


1. ¡Abre el ojo! - Abre o olho!

2. ¡Chupáte esa (mandarina)! - Agüenta essa! / Engole essa! / Segura essa!

3. ¡Palabras, palabras, palabras! - Palavras, palavras, palavras!

4. ¡Qué lata! - Que saco! / Que merda!

5. ¡Sálvese quien pueda! - Sálvese quem puder!

6. ¡Tragáme, tierra! - Preciso de um buraco para enfiar a cara, para me esconder! (passar alguma vergonha e querer desaparecer) / Pagar mico

7. ¡Viva la Pepa! - Que baderna! / Que se foda! / Terminar em pizza / Que pouca vergonha!

8. ¿Por qué ves la paja en el ojo de tu hermano y no ves la viga en el tuyo? - Olha só quem fala! / O roto falando do maltrapilho

9. ¿Quién te dio vela en este entierro? / No te metas en lo que no te importas / No seas meterete / No seas tan metiche / No saltes / ¿A ti qué narices te importa? - Ninguém te chamou / Ninguém pediu a tua opinião

10. ¿Tengo monos en la cara? - Tenho cara de idiota?

11. A brazo partido - Trabalhar (lutar) como um cavalo / Lutar com unhas e dentes

12. A buen entendedor, pocas palabras - Para bom entendedor, meias palavras bastam

13. A buen puerto vas por leña - Dar com os burros n ’água / Procurou no lugar errado / Procurou a pessoa errada (pedir ajuda para a pessoa ou lugar errados)

14. A caballo regalado no se le miran los dientes - Cavalo dado não se olha os dentes

15. A cada chancho le llega su San Martín/su turno (Argentina) / A todo cerdo le llega su San Martín. (España) / A cada marrano le llega su San Martín. (Colombia) / A todo coche le llega su sábado. (Guatemala) / A cada gorrín le llega su San Martín. / A todo cerdo le llega su navidad. (Puerto Rico) / A cada capillita le llega su fiestecita (México) - Cedo ou tarde... (cada um recebe o que merece) / Era de se esperar / Todos tem o que merecem

terça-feira, 22 de março de 2011

Refranes

Algunos refranes o dichos populares:


Contigo, pan y cebolla. - Refere-se ao casal que passa por bons e maus momentos juntos.

Allí donde fueres, haz lo que vieres. – Aja de acordo com os costumes locais.

Boquerón que se duerme, se lo lleve la corriente. – Bobeou, dançou.

Aunque la mona se vista de seda, mona se queda. – O hábito não faz o monge.

Al que quiera saber, poco y al revés. – Usado para dizer que alguém quer saber algo não por curiosidade, mas para fazer fofoca, então se conta “pouco e ao contrário”.

Las cuentas claras y el chocolate espeso. - Num acordo tem que ser tudo “preto no branco”.

A río revuelto, ganancia de pescadores. – Há sempre pessoas querendo se aproveitar em situações difíceis.

El comer y el rascar, todo es empezar. – Comer e coçar, é só começar.

Ver la paja en el ojo ajeno y no ver la viga en el propio. / Quien más quien menos, todos por qué callar tenemos. - Quem tem teto de vidro não deve jogar pedras.

Sobre gustos no hay nada escrito. – Gosto não se discute.

Cada loco con su tema. – Cada louco com sua mania.

A caballo regalado, no le mires el diente. - Em cavalo dado, não olhe os dentes.

No es oro todo lo que reluce. - Nem tudo que reluz é ouro.

Cría cuervos y te sacarán los ojos. – Crie cobrar e te morderão.

Quien calla, otorga. - Quem cala, consente.